Muito antes de frequentar a escola no papel de aluno visitava a biblioteca da escola, ou por estar de castigo ou por não ter ninguém que cuidasse de mim naquele momento. Gostava de manusear os livros, ver desenhos e imagens. Vasculhava estes livros com cuidado e retornava-os nos mesmos lugares, afinal filho de funcionários deveria dar o exemplo naquele local disciplinador.
No primeiro ano escolar ganhei uma coleção de contos de Anderson. Queria ler com autonomia, não em reclusão na Biblioteca da Escola José Firpo folheando livros que somente continha figuras, desenhos e fotos. A coleção neste momento era superior, transportava comigo para todos os lugares, aos poucos consegui ler, aos pedaços, com erros, mas deixaram de ser só figuras, falavam do mundo, ou melhor de “mundos”, vários, imaginários, fantásticos, ao longo do letramento outros mundos se configuram-se: reais, cerebrais, virtuais, tenebrosos, inclassificáveis...
No primeiro ano escolar ganhei uma coleção de contos de Anderson. Queria ler com autonomia, não em reclusão na Biblioteca da Escola José Firpo folheando livros que somente continha figuras, desenhos e fotos. A coleção neste momento era superior, transportava comigo para todos os lugares, aos poucos consegui ler, aos pedaços, com erros, mas deixaram de ser só figuras, falavam do mundo, ou melhor de “mundos”, vários, imaginários, fantásticos, ao longo do letramento outros mundos se configuram-se: reais, cerebrais, virtuais, tenebrosos, inclassificáveis...
Sua experiência com leitura já começou como Leituras Clandestinas não é José?
ResponderExcluirNossas leituras acabam por revelar nós a nós mesmos...
Kátia não tinha percebido isto. Como o diálogo com o outro nós revela a nós mesmos.
ExcluirInté Zé
Adorei a imagem!
ResponderExcluirTudo a ver com o curso e com nossos objetivos!